9 de out. de 2010

(5ª REFLEXÃO) - " Desenha-me um carneiro " ( sozinho em busca de Deus )


Para acompanhar no livro click no texto abaixo.

“Na primeira noite adormeci, pois sobre a areia, a milhas e milhas de qualquer terra habitada. Estava mais isolado que o náufrago numa tábua, perdido no meio do mar. Imaginem então a minha surpresa, quando, ao despertar do dia, uma vozinha estranha me acordou. Dizia: Por favor... Desenha-me um carneiro...”.


Antoine de Saint-Exupéry - capítulo 2º do livro O Pequeno Príncipe.


A reflexão deste trecho nos leva primeiro a buscar o significado do carneiro ou ovelha. Voltaremo-nos aos primórdios da história bíblica, (Gênesis capítulo 22. 1-14) Este é um dos capítulos mais notáveis da Bíblia: É a primeira vez que um sacrifício humano é mencionado, e nele se vê uma figura do sacrifício realizado pelo Senhor Jesus dando sua vida em resgate por muitos: Abraão recebe uma ordem do próprio Deus, para sacrificar seu filho, seu único filho, o seu filho que obteve já em idade muito avançada. E Abraão obediente a Deus e sem entender seu plano prepara-se para sacrificar seu filho, quando um anjo do Senhor o impede o ato e o abençoa e logo após se vê um carneiro amarrado pelos chifres e preso em um espinheiro. Não tenha duvida que fosse a representação do próprio Cristo, pois o carneiro simboliza Jesus, o chifre é o símbolo universal da majestade e poder. ( Ex: Prédios e grandes estruturas em forma de torres gêmeas espalhadas por todo mundo; Torres gêmeas de New York símbolo do poder do Império Capitalista dos EUA destruída em 11 de setembro de 2001 significando recado e mensagem de humilhação direta ao poder capitalista e de consumismo promovida por opositores deste Império.), Amarrado em arbusto significando humilhação e sofrimento antes da morte. (ver Hebreus 11:17-18). A quinta reflexão então nos revela o valor do deserto (solidão) na busca pelo criador, autor e preservador de toda vida. A solidão não é uma doença da alma, a solidão é um estado de espírito proveniente do mesmo sentimento de Deus em relação a nós, é a “saudade de Deus”. Sim ele está com saudade de mim e quer falar comigo... Sua Majestade, O Todo poderoso está fragilizado e sente que precisa te amar mais de perto e então permite que o deserto se instale. Eu preciso de ti, oh Pai...e tu precisas de mim, eu sinto necessidade de ti e tu sentes necessidade de mim. Sei que eu te cativei e “tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”Obrigado Senhor por me fazer compreender que não estou sozinho no deserto, obrigado pela vida e sei que vai me ajudar sempre, pois sou tão ingênuo como criança, e como criança eu me ponho em seus braços...Papai... Papai... Papai... Meu Papai... Ensina-me amar, pois amar é ser feliz e é a razão da minha existência...

2 de set. de 2010

SE HOJE VOCÊ ESTA TRISTE... " FOI POR VOCÊ..."


SE ESTÁ TRISTE ASSISTA O VÍDEO ABAIXO...




No Getsêmani foi que meu Jesus orou,
Se entregando ao Pai mais uma vez.
Logo vieram pessoas para o levar
Para a maior das provações
Ele tanto amou tudo suportou.
Ele carregou a nossa cruz.
Ver os cravos nas mãos, seu corpo a sofrer
Naqueles momentos de dor.
Ver o mestre a chorar e foi por você
Que ele mostrou tanto amor.

Os soldados cuspiam no seu rosto nu...
Posso ouvir o clamor da multidão.
E Jesus a olhar aquele céu azul
Pede ao Pai que lhes dê o seu perdão.
Ele tanto amou, tudo suportou.
Ele carregou a nossa cruz.

Ver os cravos nas mãos, seu corpo a sofrer
Naqueles momentos de dor.
Ver o mestre a chorar e foi por você
Que ele mostrou tanto amor.
Ele tanto, tanto me amou.
Ele tudo por mim suportou,
Carregou minha cruz.

Ver os cravos nas mãos, seu corpo a sofrer
Naqueles momentos de dor.
Ver o mestre a chorar e foi por você
Que ele mostrou tanto amor.




18 de ago. de 2010

(4ª REFLEXÃO) – QUANDO MEU AVIÃO CAIU NO DESERTO.


Para acompanhar no livro click no texto abaixo.

"Vivi, portanto só, sem amigo com quem pudesse realmente conversar, até o dia, cerca de seis anos atrás, em que tive uma pane no deserto do Saara. Alguma coisa se quebrara no motor. E como não tinha comigo mecânico ou passageiro, preparei-me para empreender sozinho o difícil conserto. Era, para mim, questão de vida ou de morte. Só dava para oito dias a água que eu tinha."
 
Antoine de Saint-Exupéry - capítulo 2º do livro O Pequeno Príncipe.

Esta parte da história é muito importante. Quantos de nós já não nos vimos nesta situação ou momento na vida que parece que já não a mais esperança, e que não há luz no fim do túnel. Ora, parece que nosso avião caiu no deserto. O avião representa o nosso mundo interior e o deserto representa a solidão. Aquela solidão que as vezes nos humilha e nos sentimos pequeninos diante da imensidão do universo, aquela solidão que entristece o coração, mas que aos poucos vai tomando sentido por causa do deserto, onde somente existe eu e Deus. Todas as outras coisas e todos aqueles “mundinhos michurucas” ficaram para traz. O mundinho do orgulho, do poder, do dinheiro e todo o prazer passageiro que ele representa. Mais o Deserto é lindo e daqui de baixo eu consigo olhar as estrelas. Sabe hoje em dia as pessoas com pressa, já não olham mais para cima, não apreciam as estrelas. Existem milhares de estrelas, mais as mais bonitas são a minha família, sim elas realmente se importam. Mas e se eu for uma pessoa sozinha no mundo? Ninguém está totalmente só...Alguns momentos que talvez pareça muito, Deus permite que realmente eu esteja só, mais é para que nestes momentos eu possa me encontrar com ele, para que eu possa meditar sobre minha alma, minha vida meu mundinho pessoal, mais essa maravilhosa majestade que é nosso amado Deus é nosso mais precioso amigo e depois daquelas “tempestades de areia”, ele sempre manda alguém para me confortar.Sabe acredito que muitas vezes ele veio pessoalmente, em forma de pessoa humana, ou em um amigo, através de palavras carinhosas, acho que veio até como uma pedra, se isso me fez pensar, me fez ser melhor. Permitiu assombrosas situações para provar minha lealdade ou para como um pai amoroso me ensinar que eu estava errado em relação a alguém ou a algum episódio. Em fim quando meu avião caiu no deserto ele me deu esperanças de consertar meu avião, esteve presente comigo, me mostrou um poço de água fresca em meio ao imenso deserto, não me deixou desistir da vida porque me deu de beber da sua própria água, quando veio a tempestade ele me cobriu com suas asas, regenerou as minhas forças, me deu a saúde da inteligência para descobrir os defeitos do meu avião e então pude de novo recomeçar...no inicío foi difícil, as asinhas do meu avião parecia estavam frágeis, mais eu consegui alsar vôo.
Hoje minhas asas estão mais fortes, porque mais poderoso é aquele que me criou e me deu esse deserto lindo, para que eu possa ser cada vez mais forte, mais corajoso e mais feliz.
Não tenha medo do deserto...Ele sempre passa e se um dia você achar que não vai passar, posso lhe fazer o presente de um segredo: Paciência nunca desespere pois a desesperança pode aumentar ainda mais o deserto, o segredo é silencio para ouvir a voz na alma.

Querido amigo eu amo muito você. Seja Feliz...

A FRASE DA MINHA VIDA


Só posso ser modesto em dizer, que somente tenho um orgulho:
É que Deus acreditou em mim, quando ninguém mais acreditava...

FABER MAIA DA SILVA

19 de jul. de 2010

(3ª REFLEXÃO)- A BANALIZAÇÃO DAS COISAS SIMPLES.



Para acompanhar no livro click no texto abaixo.

Texto da reflexão:
“Quando encontrava uma (pessoa) que me parecia um pouco esclarecida, fazia com ela a experiência do meu desenho número 1, que sempre conservei comigo. Eu queria saber se ela era verdadeiramente inteligente. Mas respondia sempre: "É um chapéu". Então eu não lhe falava nem de jibóias, nem de florestas virgens, nem de estrelas. Punha-me ao seu alcance. Falava-lhe de bridge, de golfe, de política, de gravatas. E a pessoa grande ficava encantada de conhecer um homem tão razoável. Vivi portanto só, sem amigo com quem pudesse realmente conversar...”
Antoine de Saint-Exupéry - capítulo 1º do livro O Pequeno Príncipe.

Reflexão:
Há algum tempo atrás, trabalhei em uma importante multinacional. Eu era vigilante e ficava a maioria do tempo em pé observando as pessoas. O salário da maioria dos empregados era muito bom, comparado às muitas outras empresas do estado de São Paulo. Eu mesmo no inicio almejava trabalhar na mesma, já que eu era funcionário tercerizado. Durante o tempo que passei lá, percebi uma mudança bastante radical que aos poucos, mas muito rapidamente ia acontecendo na personalidade dos indivíduos que eram contratados. Quando recém admitidas, as pessoas eram mais compreensivas, afáveis, educadas e generosas. Pouco tempo depois já dava para observar o contraste. Elas mesmas se tornaram ambiciosas, rudes, mal educadas e muitas vezes agressivas. Sem contar que só falavam sobre dinheiro e obtenção de novos bens materiais.

Veja como é muito fácil para um endivido mudar seu comportamento só porque seu salário aumentou. Você mesmo deve conhecer gente assim. Mas deixando de lado os outros e olhando para nós mesmos, será que eu também não deixei de valorizar as coisas simples da vida? Quando é que coisas materiais começaram a ter prioridade em minha vida e comecei a esquecer meu sonho de adolescente de fazer do nosso mundo, um mundo melhor? Quando foi que deixei de olhar para o céu à noite e contemplar as estrelas? Quando foi que deixei de comprimentar as pessoas? Será que me tornei uma pessoa amarga? Sou educado com as pessoas? ou me tornei insensível a dor do próximo.

Tem muita gente solitária por aí... Muita gente sem amigos, “já que não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos”. Assim muitas pessoas passam suas vidas, umas achando que tem amigos, mais os amigos são amigos do dinheiro e das festas, outras vão encontrando alivio imediato de suas frustrações em emoções fortes proporcionadas pelo dinheiro até que chega a doença ou acaba o dinheiro.; aí sim se deparam com o “diabo” da solidão.

Existem pessoas que só se contentam em fazer dinheiro e mais dinheiro e não se importam se chove ou faz sol, e comprar e falar sobre coisas. “Pra mim essas pessoas são muito chatas” É muito difícil encontrar pessoas dispostas a falar das coisas simples, uma roda de moda de viola, uma fogueira, um piquenique. Quando tem algo parecido é sempre churrasco lavado a muita cerveja, conversas “fiadas”, e pessoas se gabando de seus carrões novos, etc... e você sabe como é...

Por isso muita gente vive só, “sem amigo com quem pudesse realmente conversar...”

Para finalizar a reflexão de hoje quero voltar a falar sobre quando trabalhei naquela importante multinacional. No ano 2001, quando houve aquele ataque terrorista às torres gêmeas em New York, aquela empresa demitiu dois mil funcionários em um mesmo dia, nunca naquela época achei que isso fosse possível. Então acordei para a realidade e comecei a ver que realmente não valia a pena para eu ficar por ali, comecei a perceber como era frustrante conviver com pessoas tão secas e vazias. Então me despedi daquele lugar, e posso dizer que fiz muito bem, me tornei um profissional liberal, mas mesmo assim são poucas pessoas de conteúdo que conheço.

AUTOR: Eu mesmo... O Pequeno Príncipe.


Os Valores da Vida "Tenho vergonha de mim..."


Valores da Vida ( Um dia se aprende... )

18 de jul. de 2010

PARA VOCÊ, O QUE É MAIS DIFÍCIL PERDOAR OU PEDIR PERDÃO?



17 de jul. de 2010

NOTÍCIA - EM BREVE - O PEQUENO PRINCIPE 3D

Clássico da literatura deve colocar a França no caminho da nova tecnologia.

O pequeno Príncipe em animação 3D
De acordo com informações do site da Variety, a França pode entrar no mundo dos filmes 3D em breve. Os produtores Aton Soumache e Dimitri Rassam estão preparando um longa-metragem de animação em 3D, que seria a adaptação de “O Pequeno Príncipe“, clássico livro do escritor Antoine de Saint-Exupéry.
Categoria: Animação, Antecipações, Aventura, Fantasia, Infantil. Agora uma boa notícia para os milhares e milhares de admiradores do livro O Pequeno Príncipe (Little Prince), de Antoine de Saint-Exupery…A dupla conseguiu os direitos para fazer o filme com a família de Saint-Exupery que liberou, desde que o sobrinho de Saint-Exupery , Olivier D´Agay, supervisione. O orçamento é estimado em 45 milhões de euros, tornando Little Prince um dos maiores projetos que será realizado pela Europa neste ano.
A história vai seguir de perto o livro, centrada na amizade entre um piloto perdido no deserto e um menino com poderes mágicos.
Os trabalhos deverão ter início no começo de 2011.

 Fonte: Marcos Nascimento e site da Variety
cinemacomrapadura.com.br

(2ª REFLEÇÃO) O CHAPÉU E A JIBÓIA ( Engoliram os meus sonhos )

Para acompanhar no livro click no texto abaixo.

"O problema é que quando ele mostrava este desenho aos adultos, todos viam apenas um chapéu, então ele refez este desenho, com um corte lateral na jibóia para que fosse possível ver o elefante e lamentou consigo mesmo o fato de os adultos sempre precisarem de explicações detalhadas."
Antoine de Saint-Exupéry - capítulo 1º do livro O Pequeno Príncipe.

É amigos parece que as jibóias ainda engolem elefantes.
Esta questão é mais fácil para mim porque viví episódio semelhante. O Elefante simboliza aquela criança grandiosa, com todos os atributos de inteligência com que nascemos. A jibóia representa adultos que por sua vez esqueceram como é ser uma criança. A jibóia engolindo representa a violência pelo qual muitos de nós passamos na infância, e a longa digestão representa toda uma jornada de conflitos interiores, revoltas e fracassos relacionado a falta de carinho compreensão não só na família, mas na escola com professores, diretores de escolas, amiguinhos etc...
Quando eu era pequeno também desenhava muito bem, mas fui ignorado, hoje em dia não sei desenhar. Lembro que sentia muito prazer em fazer isso. A jibóia engole o elefante, Os adultos minam a genialidade e a criatividade da criança através de conceitos negativos referente a conflitos pessoais de experiências negativas; "É uma bola de neve”.

"As pessoas grandes aconselharam-me deixar de lado os desenhos de jibóias abertas ou fechadas, e dedicar-me de preferência à geografia, à história, ao cálculo, à gramática. Foi assim que abandonei, aos seis anos, uma esplêndida carreira de pintor. Eu fora desencorajado pelo insucesso do meu desenho número 1 e do meu desenho número 2. As pessoas grandes não compreendem nada sozinhas, e é cansativo, para as crianças, estar toda hora explicando."

 Muita gente passa a vida toda sendo digerido ou digerindo lembranças negativas de fatos ocorridos em casa, na rua ou na escola. Os adultos são os educadores, mais quem serão os educadores dos adultos com suas crianças interiores estraçalhadas pela violência? Os presídios estão cheios dessas crianças que não conheceram amor, respeito, paciência e amabilidade, ao contrário foram engolidos pelas jibóias da vida e que continuam a fazer digestão...
Todos os dias vemos pessoas infelizes. A televisão " Essa babá eletrônica", que centraliza e generaliza toda uma cultura de ódio, violência e catástrofes. Até os desenhos animados são de altíssimo nível de violência,
com pistolas e espadas com muito sangue e ódio. Vemos muitos jovens em tenra idade vivendo a noite e dormindo de dia, muitos nas ruas ou na frente do computador. A violência dos filmes, a banalização da família como núcleo e célula da sociedade, a banalização das coisas simples da vida.
Precisamos nos lembrar que para sermos adultos educadores, precisamos nos educar primeiro, precisamos de conhecimento e ajuda. aprender a aprender amar, mesmo que um dia não me senti amado. Se ainda não fui completamente digerido pela jibóia, sou capaz de ser mais feliz e mais amoroso(a) com os outros.

AUTOR: Eu mesmo... O Pequeno Príncipe.

O PRIMEIRO EPISÓDIO ( A INFÂNCIA )



O MELHOR LUGAR DO MUNDO - VEJA O VÍDEO E PRESTE ATENÇÃO A LETRA.



Me desculpem; não será possível comentar normalmente este post devido a um problema que tive na edição do blog, mas mesmo assim por favor se desejar comentar, deixe seu comentário no post (3ªREFLEXÃO) que com certeza eu postarei aquí abaixo.
Muito Obrigado

A HISTÓRIA DE UMA VIDA CURTA - SAINT EXUPÉRY

Antoine de Saint-Exupéry

Nasceu há cem anos, a 29 de Junho, em Lyon, Antoine de Saint-Exupery, autor de "O Principezinho", o livro mais traduzido em todo o mundo, a par da Bíblia e de "O Capital", de Karl Marx.
A sua morte, aos 44 anos, num acidente de aviação, ainda hoje permanece um mistério e adensou o mito à sua volta.
Órfão de tenra idade, Saint-Exupery desde cedo mostra apetência pelos aviões e fez o seu baptizado de voo logo aos 12 anos.
Com um aproveitamento irregular no Colégio de Jesuítas que frequentava, tenta a admissão à Escola Naval, mas não consegue, tendo então optado pela arquitectura.
Faz o serviço militar em Estrasburgo, no 2º Regimento de Aviação, obtém um brevet, e sofre o primeiro acidente aéreo (seriam mais cinco, ao longo da sua vida, alguns bastante graves, tendo chegado a fracturar o crânio, teve uma comoção cerebral, fracturas múltiplas, ficou parcialmente paralisado no braço esquerdo).
Trabalha em várias companhias aéreas.
O seu primeiro conto, "L'Aviateur" é publicado em 1926. "Courrier Sud", depois adaptado ao cinema, (Saint-Exupery dobrou ele próprio o actor principal nas cenas de voo) sai 2 anos mais tarde.
Em 1931 publica o romance, "Vol de Nuit" ("Voo Nocturno"), com prefácio de André Gide, a que é atribuído o prémio Femina.
Um pouco à semelhança da sua vida, "Voo Nocturno" mostra-nos um homem em que a coragem era tão natural que dela fazia pouco caso.
Nesse mesmo ano casa-se com Consuelo Saucin.
É repórter na Guerra Civil Espanhola em 1937 (como muitos outros intelectuais intervenientes do seu tempo, casos de Hemingway ou Orwell) e mobilizado como capitão em 1939, ano em que esboça "Le Petit prince" ("O Principezinho") e publica "Terre des Hommes" ("Terra dos Homens")".
Desmobilizado no ano seguinte, passa um mês em Lisboa, de onde parte para Nova Iorque.
Em 1942 sai "Pilote de Guerre" ("Piloto de Guerra"), que rapidamente se torna um best-seller. Em 1943 escreve e publica "Lettre à un Otage" e "O Principezinho".
É promovido a comandante, mas restringem-lhe os voos devido à idade.
Depois de oito missões na Córsega, mais três do que aquelas que lhe haviam autorizado, em 1944, com a 2ª Grande Guerra quase a terminar, é dado como desaparecido no dia 31 de Julho. Depois de ter descolado nessa manhã, desapareceu na imensidão azul celeste que tanto amara, numa derradeira missão sem regresso.
Não se sabe ao certo o local da queda.
Um pescador defendeu que foi na Baía de Cassis.
Em 1948 sai postumamente o seu romance "Citadelle" ("Cidadela").
A sua escrita encantou várias gerações.
Como diz Urbano Tavares Rodrigues, «(Saint-Exupéry) soube transmitir-nos as grandezas dos espaços aéreos e dos silenciosos desertos, as sensações do piloto na carlinga do avião, a pequenez do homem e a sua capacidade de se superar frente ao perigo, perante o infinito ou nas mais duras circunstâncias, como por exemplo as dos náufragos em terra inóspita, despojados de tudo.»

NOTÍCIA (Selos de homenagem a Saint Exupéry)


Mais de 25 países emitiram selos homenageando Antoine de Saint-Exupéry .
 

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